Cruel
en el Cartel é um passeio pela imagem da mulher nos
cartazes de Buenos Aires. Também é uma homenagem
à figura femenina como fetiche e ícone permanente
da publicidade e da propaganda (alguns dos cartazes filmados representam
mulheres politicas). O fio condutor da curta metragem é
o tango Afiches (letra: Homero Expósito, Música:
Atilio Stampone, 1956) gravado por Roberto Goyeneche en 1973.
Usando a linguagem do video clipe, mas com uma essência
documental, o objetivo do filme é mostrar a cidade de uma
maneira diferente. Cruel en el cartel faz parte de um projeto
maior, integrando varios temas musicais.
PARA
VER O FILME: Você
tem que baixo-lo para depois vê-lo no Real
Player. Caso não tenha esse programa, você pode baixo-lo
gratuitamente aquí.
FICHA
TECNICA
Categoría: Documental.
Duración: 3 minutos 56 seg.
Formato
original: Mini DV
Produzido em 2000
Lugar de filmagem: Buenos Aires
Idioma original: Castelhano
Direção e fotografía: Raúl
Manrupe
Edição no lineal (final cut-pro): Alejandro
Chab
Arte: Maximiliano Sánchez Correa
Asistentes de direção: Eduardo Mangialardi,
Ricardo Palmieri.
Asistente de cámera: Martín Manrupe
Material virgem: Sony
Edição, digitalização e compressão
de video
POLA Producciones
4964-0988
gpolicani@arnet.com.ar
Filmado em Buenos Aires entre março e novembro de 2000,
esse filme foi convidado à Muestra de Documentales de América
Latina e ao Festival de Cortometrajes Sueños Cortos no
cine Cosmos.
Afiches
(1956)
Letra: Homero Expósito
Música: Atilio Stampone.
Cruel, en el cartel.
La propaganda manda cruel en el cartel.
Y en el fetiche de un afiche de papel,
Se vende la ilusión ¡Se rifa el corazón!
Y apareces tu, vendiendo el último girón de juventud.
¡Cargándome otra vez, la cruz!
Cruel en el cartel, te ríes corazón.
¡Dan ganas de balearse en un rincón!
Ya da la noche a la cancel su piel de ojera.
Ya moja el aire su pincel y hace con él la primavera.
¡Pero qué! Si están tus cosas pero tu no estás.
Porque has quedado para todos, ya,
como un desnudo de vidriera.
Luché a tu lado para ti ¡Por Dios! y te perdí.
Yo te di un hogar
Siempre fui pobre pero yo te di un hogar.
Se me gastaron las sonrisas de luchar,
Luchando para ti, sangrando para ti.
Luego, la verdad, que es restregarse con arena el paladar
Y ahogarse sin poder gritar.
Yo te di un hogar; fue culpa del amor.
¡Dan ganas de balearse en un rincón!
Ya da la noche a la cancel su piel de ojera.
Ya moja el aire su pincel y hace con él la primavera.
¡Pero qué! Si están tus cosas pero tu no estás.
Porque has quedado para todos, ya,
como un desnudo de vidriera.
Luché a tu lado para ti ¡Por Dios! y te perdí.
DADOS DEL REALIZADOR: RAUL MANRUPE rmanrupe@leedor.com
Raúl Ignacio Manrupe nasceu em Buenos Aires em 1960.
Historiador do cinema, junto com Alejandra Portela, é o
e de un dicionario de Filmes Argentinos (Corregidor, 1995), livro
de referencia para os pesquisados, , críticos e amadores.
Esse dicionario classifica e coloca dentro de seu contexto histórico
mais 2.000 filmes argentinos rodados desde 1930. Raul escreve
também em revistas especializadas tais como Film,
La Cosa e El Amante.
Raul se formou em Publicidade pela Universidad del Salvador. Seu
trabalho como creativo em agencias foi reconhecido por varios
premios nacionais e internacionais.
Ele é amador de arqueología grafica. Ja fez exposições
a partir das fotos e cartazes da sua proprio coleção.
Ele se dedica a realização de filmes desde 2000.,
Cruel en el cartel é o seu primeiro docu-clip e
representa o primeiro passo na concretização de
uma obra maior, integrando varios temas musicais para mostrar
sua cidade de uma maneira documental diferente.