Jornadas
Urbanas
Exclusão, trabalho e subjetividade nas viagens de
ônibus na cidade do Rio de Janeiro
FGV
Editora , 2002
Janice
Caiafa
Todas
as perguntas que eu sempre me fez ao viajar de ônibus encontram
aqui uma resposta: de onde vem a numeração dos ônibus?
Sera que o cobrador usa mesmo o cofre? Porque o transporte rodoviario
no Rio esta na mão de empresas privadas? Quais são as relações
entre assaltantes e motoristas? O que o motorista acha dos idosos que
viajem gratuitamente? E um monte de outras perguntas ainda.
A variedade dos pontos de vista adoptados pela autora ( historico, urbanistico,
antropologico, economico...) assim como a sua maneira de escrever, sempre
viva, misturando trechos de entrevistas, relatorios de experiencias de
usuaria do ônibus e anàlises cientificas tornam a leitura
do livro facil e enriquecedora. As referências, não apenas
cientificas, mas também fotograficas (Eugène Atget) ou literarias
(Walter Benjamin) ajudam a enxergar a questão do transporte publico
urbano de maneira mais global. Eu so lamento pela autora usar e abusar
das analises marxistas que têm como principal defeito de simplificar
a as vezes caricaturar alguns problemas.
SUMARIO
I
Viajar e as cidades
A
questão da circulação nas cidades
Espaço público e transporte coletivo
Viajar de ônibus no Rio de Janeiro
Novas estratégias de dominação
O capital do transporte
Uma função subjetiva das cidades
II
No percurso das jornadas
Uma
primeira questão: o motorista que vai a toda
Agruras da jornada
Juntos no mesmo barco
Um esquema apertado
III
Salve-se quem puder
Histórias
de assalto
Sob fogo cruzado
Bagunça no ônibus
Você tem medo de quê?
IV
Punições e suspeitas
V
Uma arquitetura itinerante
Ocupar o espaço das cidades
Habitar uma arquitetura itinerante
O embarque
O "clima'" da viagem
O posto de trabalho do motorista: componentes da relação
com o
espaço construído
Na pressão
VI
A eleição do modelo privado de transporte por ônibus
no
Rio de janeiro
Dos
inícios até hoje Um outro momento
Uma tentativa
Uma outra experiência
VII
Tem que ser leão
Beliscar o tempo do trabalhador
A dobra
Tem que ser leão
De leões e bonecos
Deitando na linha
Ferro de carro
É cobrador ou trocador?
O
Mundo das Calçadas
Humanitas
FFLCH/USP, 2000
Eduardo
Yázigi
"
Eduardo Yazigi, neste cuidadoso trabalho, mostra a contigua vida entre
ruas e calçadas, e de como passam de sujeitadas a sujeitos. A rua
é ao mesmo tempo o espaço de discriminação
e da comunicação integração. E neste campo
que Eduardo Yazigi nos traz a sugestiva construção do direito
ao entorno, ou de vizinhança. O autor nos põe a pensar em
muitas questões na sua construção da arqueologia
urbanistica das calçadas." Aldaiza Sposati.
SUMARIO
PRIMEIRA
PARTE -Gênese do espaço público em São Paulo
I Esta Mal Ladrilhada São Paulo (1560-1850)
11 -O despertar da consciência citadina (1850-1891)
111 -Um esplendor fugaz e central (1891-1930)
IV -A cidadania capenga(1930-1988)
SEGUNDA PARTE -Chão de fractais
V -A economia informal das ruas
VI -Sobre ambulantes, bancas e serviços
VII -Os degredados filhos de Eva
VIII -Onde se vê cavar o fosso social nas ruas
IX
-Os donos da rua
X -Veículos versus pedestres
XI -A casa da mãe Joana
TERCEIRA PARTE -Os caminhos de Alice
XII -A ênfase do espaço público nas principais teorias
XIII -Do direito à cidade ao direito ao entorno
XIV -Alternativas de organização do mundo das calçadas
XV -Sobre a territoria1idade do trabalho de rua
XVI -Civilidade, educação e capital social
XVII -O caso Cingapura
XVIII
-O espaço público numa enquete de opinião
Vida
Urbana
A evolução do cotidiano das cidades brasileiras
Ediouro,
2001
Francisco
Salvador Verissimo, William Seba Mallmann Bittar,
José Mauricio Alvarez
SUMARIO
Capitulo
1 Antecedentes
2 Dos
caminhos - Das trilhas, muros e formas da cidade
3 Do
controle social
4 Do
paisagismo e jardins
5 Do
bem-estar e salubridade
6 Do
trabalho - Cidade: territorio do trabalho
7 Do
lazer
8 Da
reliogião
9 Da
morta
Imaginários
Urbanos
Editoria
Perspectiva, 2001
Armando
Silva
'"
Construindo uma metodologia para o estudo dos modos subjetivos de vivência
na cidade e elegendo na anàlise os imaginarios urbanos como um
conceito chave, o autor contribui para o conhecimento da dimensão
profunda do ser coletivo urbano. Reconhece a presença de um estética
urbana, que se altera ao longo do tempo, na dinâmica da historia
da vida cotidiana do cidadão e de grupos sociais. O homo habitants
temporaliza seus espaços vitais, sendo possivel perceber significados
socioculturais atraves dos 'pontos de vista' dos cidadãos."
Lisbeth Rebollo Gonçalves
SUMARIO
PARTE
I: DA CIDADE VISTA À CIDADE IMAGINADA
1. Cidade Vista: Imagens da Cidade
1.1. Tatuagens urbanas como registro visual: do grafite ao ícone
publicitário
1.2. Ponto de vista cidadão
1.3. Emblemas e hieróglifos urbanos
2. A Cidade Marcada: Territórios Urbanos
2.1. Marcaroterritório
2.2. Limites e margens urbanas: trilhas de uma cidade universitária
2.3. Mapas e croquis
2.4. Cenários urbanos
2.5. Olhares cidadãos.
2.6. Outras marcas territoriais
3. Cidade Imaginada: Imaginários Urbanos.
3.1. As formações simbólicas
3.2. Percepção imaginária da cidade.
3.3. Fantasmasurbanos
3.4. Estética urbana; representação e Terceiro Mundo.
3.5. Asmetáforasurbanas
3.6. O sujeito da cidade
PARTE II: DAS IMAGINAÇÕES URBANAS À CIDADE VIVIDA
4.
Apreciações Metodológicas
4.1. O método
4.2. A projeção qualitativa: evocar e usar a cidade.
4.3. Delineamentos metodológicos: Bogotá.
4.4. Delineamentos metodológicos: São Paulo
5. Fantasmagoria Urbana em Bogotá:
Projeções Imaginárias Construídas pelos Habitantes
de Bogotá
5.1. Evocar Bogotá
5.2. Usara cidade de Bogotá
6. Fantasmagoria Urbana em São Paulo:
Projeções Imaginárias Construídas pelos Habitantes
de São Paulo
6.1. Evocar a cidade
6.2. Usos da cidade de São Paulo: qualificações
IMAGINÁRIOS
AMERICANOS
Diagramas sobre Fantasmas Urbanos de Bogotá
Diagramas sobre Fantasmas Urbanos de São Paulo
O Português
Popular Escrito
Editora
Contexto , 1996
Edith
Pimentel Pinto
1.
Nota Prévia
O Português Popular Escrito: as "Indicações"
As manifestações
2. A Linguagem das Ruas
Os letreiros dos feirantes
Os letreiros das placas e tabuletas
Os impressos volantes