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BIBLIOGRAFIA

Grafismo de rua Sociologia e antropologia urbanas Moda de rua
São Paulo
Rio de Janeiro Teses e pesquisas Sebos

 

TESES E PESQUISAS

 


Teses e dissertações

Grafismo Urbano: multiplicidade, singularidade – conversações

Giovani Andreoli (mestrando)
profª Cleci Maraschin (orientadora) – Janeiro, 2003
UFRGS / Instituto de Psicologia – PPG em psicologia social e institucional
Linha de Pesquisa: Sociedade do Conhecimento e Ecologia Social e Cognitiva

http://www.giovani-andreoli.cjb.net//projeto/sumario.html

 

Signs Sense: Exploring Signs in Urban Place Making

Amy Elizabeth Pecquet
A Thesis Submitted to the Graduate Faculty of the Louisiana State University and Agricultural and Mechanical College in partial fulfillment of the requirements for the degree of Master of Landscape Architecture in The School of Landscape Architecture
Dezembro de 2001

Texto integral da tese :
http://etd.lsu.edu:8085/docs/available/etd-1012101-102114/

 

Pichadores de Muros: a Subcultura do Spray

Marli Diniz
Tese de Mestrado em Sociologia
IUPERJ 1987

Analisa a pichação na cidade do Rio de Janeiro com base em um estudo de caso de grnpos de pichadores. A pesquisa mostra que a pichação é uma atividade grnpal e que os grnpos de pichadores têm uma estrutura intema com hierarquias de poder e prestígio. Também é mostrado que a pichação é uma atividade regulada por critérios de desempenho e por códigos de conduta constituídos de regras práticas e códigos morais que fomlam o que a autora chama de "sub-cultura do spray ". A pesquisa revela a natureza da pichação, buscando demonstrar, em contra posição aos modelos analíticos de sub-cultura delinqüente, que não se pode definir características intrínsecas de comportamento, mas, apenas, especificar os mecanismos de atribuição de significado ao comportamento. Nesse sentido, o ponto fundamental para se compreender a pichação são os motivos que levam os adolescentes a pichar. Com isso, a autora estabelece uma estreita ligação entre a "sub-cultura do spray" e a crise de identidade da adolescência. Na base da atividade de pichação estão questões fundamentais para os adolescentes, tais como: originalidade, masculinidade, prestígio e poder, as quais ajudam na construção do tipo de identidade desejada por esses jovens. A "sub-cultura do spray"
possibilita a expressão das necessidades geradas pela crise de identidade,' o grupo de pichação funciona como um espaço para as interações simbólicas, onde o pichador se encontra não com a sua identificação de adolescente "genérico", anônimo e dependente, mas constrói uma identidade singular, autônoma e individualizada. A "sub-cultura do spray" é também a arena para o exercício do poder, que o jovem não pode exercer no mundo adulto; é um universo próprio, no qual o adolescente encontra sua 'posição ", e um canal para extravasar as ansiedades associadas à crise de identidade. Por último, o trabalho explora os efeitos da repressão policial, indicando como ela opera através de "marcas" que distinguem os pichadores segundo as classes sociais a que pertencem.

Origem do Resumo: Autor.

 

A Imagem Mental do Rio de Janeiro

Isabella Cox Alves Cabral
Tese de Mestrado em Estruturas Ambientais Urbanas
USP/FAU 1989

Estuda questões peltinentes à relação do homem com o espaço urbano em que vive. Falte da premissa de que sua relação de convívio com a cidade é detenninada pelo sistema de referenciais urbanos que lhe é pennitido estrnturar:O De acordo com a disposição desses referenciais, os indivíduos fluem, em maior ou menor grau, no meio circundante, uma vez que sua identificação com a cidade está alicerçada na qualidade dos marcos urbanos que os rodeiam. Traça relações entre pontos, dá significados às fonnas e isso se confunde, mesmo, com o instinto de sobrevivência. As atenções foram dirigidas para os referenciais urbanos,entendendo que são a chave primeira para se decifrar uma cidade. A autora optou, ainda, pela cidade do Rio de Janeiro, tanto pela riqueza de seus acidentes geográficos, como por ser uma folte referência do país, seja no exteriolj seja para os próprios brasileiros. Buscou uma revisão dessa paisagem, uma novidade no que se está cansado de ver, extraindo o objeto de seu contexto habitual e revelando-lhe uma faceta insólita. Este procedimento foi possível através da técnica fotográfica que possibilita a união de vários referenciais na mesma imagem, alteração de posicionamento e tamanho, eliminação de alguns objetos e tratamento com recursos gráficos, como troca de cores, colocação degrafismos, etc. As imagens servem como instrnmento inicial para uma discussão sobre a paisagem do Rio de Janeiro, provocando reconhecimento ou estranhamento dessa estrutura urbana. Sua execução esteve ligada a pesquisas com cartões postais, entrevistas com arquitetos e documentação sistemática da paisagem em questão, bem como à utilização de imagens de reforço comunicativo, objetivando a reunião de infonnações gerais sobre a cidade. Buscou tanto a imagem descritiva do Rio, com suas fonnas marcantes, como a representação de símbolos ligados à cidade.

Origem do Resumo: Catálogo de Dissertações e Teses
FAU/USP (Suplemento), 1990.


 

Pesquisas e ensino

 

Universidade de São Paulo / Faculdade de Urbanismo e Arquitetura

Linguagens dos sistemas de comunicação visual aplicados à cidade

Docentes: Prof. Dr. Bruno Roberto Padovano e Prof. Dr. Issao Minami.

A. Tema
Análise dos elementos gráficos de sistema de comunicação visual ambiental.

B. Objetivos gerais.
Fornecer aos alunos um conhecimento crítico dos problemas da imagem visual, especialmente as relacionadas às gráficas urbanas tornando compreensíveis as relações visuais entre os elementos que compõem este espaço, envolvendo-se os elementos que compõem o sistema gráfico da mensagem, enfatizando-se os aspectos pragmáticos do projeto dentro de uma visão sistêmica.

C. Metodologia.
Aulas expositivas com análise e estudos de casos tais como:

Leituras programadas e seminários conceituais;
Trabalho em campo e;
Proposta gráfica:
D. Conteúdo.
- Percepção da estrutura ambiental composta por sub-sistemas: espaço aberto e espaço ocupado; equipamento e mobiliário urbano; circulação e viário; sinalização pública e signo privado; etc
- Abordagem dos aspectos relacionados à psicologia ambiental e percepção visual do espaço urbano;
- Uso da comunicação visual ambiental enfatizando-se os projetos de sistemas de sinalização e equipamentos urbanos integrados, a programação dos aspectos visuais integrados ao planejamento urbano e projetos de intervenções específicas no meio urbano.

E. Pressupostos fundamentais à compreensão das linguagrens dos sistemas de comunicação visual.
- O conceito do aumento da legibilidade da paisagem urbana com o fortalecimento da identidade do local;
- A concepção do sistema de comunicação visual visando uma solução integrada, harmonizando as diversas mensagens e suportes necessários;
- A proposta de soluções flexíveis, capazes de absorver modificações nas mensagens, dentro dos limites da previsibilidade; e
- A concepção de soluções tecnológicas viáveis, resistentes e de fácil conservação e manutenção.

http://www.usp.br/fau/docentes/depprojeto/i_minami/aup359/index.html

 

 

 



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