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Homepage > Recursos >> Bibliografia
BIBLIOGRAFIA
Grafismo
de rua
TESES E PESQUISAS
Grafismo
Urbano: multiplicidade, singularidade conversações
http://www.giovani-andreoli.cjb.net//projeto/sumario.html
Signs
Sense: Exploring Signs in Urban Place Making Texto
integral da tese :
Pichadores de Muros: a Subcultura do Spray Marli
Diniz Analisa
a pichação na cidade do Rio de Janeiro com base em um estudo
de caso de grnpos de pichadores. A pesquisa mostra que a pichação
é uma atividade grnpal e que os grnpos de pichadores têm
uma estrutura intema com hierarquias de poder e prestígio. Também
é mostrado que a pichação é uma atividade
regulada por critérios de desempenho e por códigos de conduta
constituídos de regras práticas e códigos morais
que fomlam o que a autora chama de "sub-cultura do spray ".
A pesquisa revela a natureza da pichação, buscando demonstrar,
em contra posição aos modelos analíticos de sub-cultura
delinqüente, que não se pode definir características
intrínsecas de comportamento, mas, apenas, especificar os mecanismos
de atribuição de significado ao comportamento. Nesse sentido,
o ponto fundamental para se compreender a pichação são
os motivos que levam os adolescentes a pichar. Com isso, a autora estabelece
uma estreita ligação entre a "sub-cultura do spray"
e a crise de identidade da adolescência. Na base da atividade de
pichação estão questões fundamentais para
os adolescentes, tais como: originalidade, masculinidade, prestígio
e poder, as quais ajudam na construção do tipo de identidade
desejada por esses jovens. A "sub-cultura do spray" Origem
do Resumo: Autor.
A Imagem Mental do Rio de Janeiro Isabella
Cox Alves Cabral Estuda questões peltinentes à relação do homem com o espaço urbano em que vive. Falte da premissa de que sua relação de convívio com a cidade é detenninada pelo sistema de referenciais urbanos que lhe é pennitido estrnturar:O De acordo com a disposição desses referenciais, os indivíduos fluem, em maior ou menor grau, no meio circundante, uma vez que sua identificação com a cidade está alicerçada na qualidade dos marcos urbanos que os rodeiam. Traça relações entre pontos, dá significados às fonnas e isso se confunde, mesmo, com o instinto de sobrevivência. As atenções foram dirigidas para os referenciais urbanos,entendendo que são a chave primeira para se decifrar uma cidade. A autora optou, ainda, pela cidade do Rio de Janeiro, tanto pela riqueza de seus acidentes geográficos, como por ser uma folte referência do país, seja no exteriolj seja para os próprios brasileiros. Buscou uma revisão dessa paisagem, uma novidade no que se está cansado de ver, extraindo o objeto de seu contexto habitual e revelando-lhe uma faceta insólita. Este procedimento foi possível através da técnica fotográfica que possibilita a união de vários referenciais na mesma imagem, alteração de posicionamento e tamanho, eliminação de alguns objetos e tratamento com recursos gráficos, como troca de cores, colocação degrafismos, etc. As imagens servem como instrnmento inicial para uma discussão sobre a paisagem do Rio de Janeiro, provocando reconhecimento ou estranhamento dessa estrutura urbana. Sua execução esteve ligada a pesquisas com cartões postais, entrevistas com arquitetos e documentação sistemática da paisagem em questão, bem como à utilização de imagens de reforço comunicativo, objetivando a reunião de infonnações gerais sobre a cidade. Buscou tanto a imagem descritiva do Rio, com suas fonnas marcantes, como a representação de símbolos ligados à cidade. Origem
do Resumo: Catálogo de Dissertações e Teses
Pesquisas e ensino
Universidade de São Paulo / Faculdade de Urbanismo e Arquitetura
Linguagens dos sistemas de comunicação visual aplicados
à cidade A. Tema B. Objetivos
gerais. C. Metodologia. Leituras
programadas e seminários conceituais; E. Pressupostos
fundamentais à compreensão das linguagrens dos sistemas
de comunicação visual. http://www.usp.br/fau/docentes/depprojeto/i_minami/aup359/index.html
Copyright 2003 Marc Voelckel Novidades
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